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Política

"O Sindicato dos Gráficos de São Paulo repudia a ação encabeçada por Paulo Pereira da Silva"

1040 acessos - 0 comentários

Publicado em 02/09/2011 pelo(a) Wiki Repórter Jadir de Araujo, São Paulo - SP



Veja aqui o documento da diretoria repudiando a ação encabeçada pelo deputado Paulo Pereira (PDT)

S01h - 1 de setembro de 2011

A diretoria do Sindicato dos Gráficos de São Paulo, publicou na última quarta-feira, 31, uma nota oficial repudiando a ação criminosa cometida por mafiosos da Força Sindical, que desde a última segunda-feira (29) invadiram a sede do sindicato.

O sindicato, através da nota oficial, expressa toda a sua repugnância aos atos cometidos pela Força Sindical, encabeçado pelo deputado Paulo Pereira (PDT), o “Paulinho da Força”, que representam um atentado contra a autonomia dos Sindicatos e contra o direito de livre organização dos trabalhadores. O Sindicato é dos trabalhadores e não de marginais ligados a Força Sindical, que inclusive mantem a sede invadida ilegalmente.

O sindicato convoca todas as demais entidades de trabalhadores a se manifestarem publicamente contra a ação dos gangsteres que como verdadeiros latifundiários, tomaram posse da sede do sindicato, impedindo o funcionamento da entidade, que se utiliza da estrutura física para atender os milhares de trabalhadores da categoria por meio, por exemplo, de homologações de rescisões trabalhistas, serviços médicos, cursos de formação promovidos pela entidade, atividades destinadas aos aposentados etc.

Publicamos abaixo a nota oficial do STIG


“Comunicado oficial do STIG
 
Repudiar a grave violação da liberdade de organização sindical comandada pelo deputado “Paulinho da Força”

Desde a última segunda-feira (29), uma horda de dezenas de capangas contratados pela Força Sindical, presidida pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), vulgo “Paulinho da Força”, invadiram e se mantém ilegalmente na sede do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Gráficas de São Paulo (STIG).

Este ato criminoso foi realizado um dia após a decisão da assembleia de campanha salarial da categoria que referendou a decisão tomada por esmagadora maioria da direção (após consulta aos gráficos) de desfiliar o STIG da Força Sindical e filiá-lo à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Contra esta decisão soberana do STIG, o grupo do deputado comandou uma série de medidas comuns a máfias das piores espécies: depredou o STIG para tentar evitar assembleia da categoria, ameaçou de morte o próprio presidente da entidade, Márcio Vasconcelos, ofereceu propinas de mais de R$ 50 mil para cada diretor que se colocasse contra a decisão da categoria etc.

A operação de gangsteres também se insurgiu contra decisão da Justiça do Trabalho cuja juíza da 41ª. Vara, Eymi Nagase, considerou ilegal a tentativa de alguns elementos ligados ao deputado “Paulinho da Força” de destituir o presidente do sindicato, passando por cima do estatuto do STIG e impedir a realização da Assembleia de Campanha Salarial da categoria.
De acordo com a decisão da juíza do Trabalho, não houve qualquer irregularidade da assembleia convocada pela diretoria, realizada no último domingo (28), onde os trabalhadores reafirmaram a desfiliação do sindicato da Força Sindical e filiação a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Segundo assinalou, corretamente, a juíza, a tentativa de destituição do presidente do STIG constituiu uma “total afronta ao determinado no artigo 69, parágrafo 1º do estatuto social, o qual delibera sobre a necessidade de convocação de assembleia geral extraordinária, especialmente para este fim, com presença mínima da maioria absoluta dos membros associados”.

Os capangas do deputado, comandados pelo seu capataz Paulo Rogério, estão ilegalmente no prédio do Sindicato, os trabalhadores gráficos, funcionários e a diretoria do STIG, não aceitam esta situação e não se sentem seguros diante deste golpe, não tendo condições de manter o atendimento da categoria no prédio com a presença dos marginais. Essa situação inviabiliza o funcionamento da entidade que atende milhares de trabalhadores da categoria em suas necessidades cotidiana tais como homologações de rescisões trabalhistas, serviços médicos, cursos de formação promovidos pela entidade, atividades destinadas aos aposentados etc. etc.

A direção do STIG está tomando todas as medidas cabíveis para garantir o direito dos trabalhadores gráficos e de sua direção, escolhida pelos seus milhares de associados, de reassumirem a livre condução do STIG e do conjunto da atividade sindical sem a ingerência de elementos e objetivos estranhos aos trabalhadores gráficos e ao seu Sindicato, um dos mais tradicionais da classe trabalhadora brasileira, com 92 anos de existência.

Diante de tais fatos lamentáveis, chamamos o conjunto das organizações do movimento operário, o Congresso Nacional, a Assembleia Legislativa de São Paulo, o Ministério Público e todas as pessoas e organizações que se reivindicam da defesa dos direitos democráticos da população, em particular, da defesa liberdade de organização sindical e da autonomia dos trabalhadores em conduzirem livremente seus Sindicatos a se manifestarem, exigindo juntos o fim de tais agressões contra o STIG e a punição dos autores e mandantes de todas estas operações criminosas acima descritas.

Pelo fim imediato da invasão do Sindicato dos Gráficos.

Fora os capangas do deputado “Paulinho da Força” do STIG. O Sindicato é dos trabalhadores!

Que seja acatada a decisão da Justiça que mantém o presidente Márcio de Vasconcelos à frente da entidade, como determina o estatuto do STIG.

Punição para os criminosos e mandantes que estão agredindo os direitos dos trabalhadores gráficos e agindo criminosamente contra a liberdade de organização sindical e autonomia do Sindicato, entre outros crimes.

São Paulo, 31 de agosto de 2011.

Márcio de Vasconcelos
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas de São Paulo

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Fonte: Causa Operária - Notícias Online
 

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