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Economia

Propaganda enganosa?

1138 acessos - 0 comentários

Publicado em 29/06/2009 pelo(a) Wiki Repórter mktmais.blogspot.com, São Paulo - SP



Quem ficou com o desconto do IPI? - Foto: web
Com a bandeira da crise, o governo foi na mídia, soltou o verbo e ainda assinou em baixo. Redução de IPI para a indústria de linha branca mirando nos descontos que os clientes iriam ter e vislumbrando o aumento do consumo. Anúncio que a mídia espalhou que nem cheiro de cafezinho em buteco de centro da cidade, propaganda melhor e de graça, impossível.

Com o governo de aliado, com a mídia fazendo propaganda, foi fácil vender. As equipes de marketing já sabiam o que fazer nas lojas. Resultado: deu certo! O consumo de linha branca aumentou e "todo mundo" está feliz. O governo já abriu mão de R$ 1,6 bilhão via desonerações e reduções de tributos sobre veículos, eletrodomésticos da linha branca e material de construção, mas o problema é que tal benefício não foi repassado, em muitos casos, integralmente ao consumidor.


Segundo levantamento da FGV feito a pedido da Folha, boa parte dos produtos-alvo da isenção ou do corte do IPI não sofreu queda de preço no varejo proporcional ao benefício, que deve ser prorrogado (parabéns aos poucos que convenceram o ministério responsável). Pelos dados da pesquisa, não é possível identificar com precisão qual elo da cadeia deixou de repassar o corte do imposto.

O caso mais emblemático é o dos fogões, cuja alíquota do IPI caiu de 5% para zero. No varejo, o produto baixou, em média, só 0,97% entre abril e junho. E quem "comeu" os outros 4,03%? Apenas os carros se salvaram na pesquisa. Segundo a FGV, o preço do automóvel novo caiu 6,93% de janeiro a junho. Isso porque o modelo de negócio da indústria automobilística tem apenas um intermediário na cadeia de distribuição, as concessionárias que são ligadas diretamente às indústrias.

Ponto de atenção para o governo pensar melhor nas próximas reduções ou alerta geral para mostrar que a reforma tributária vai fazer mais um aniversário sem solução definitiva. Enquanto isso, as empresas guardaram todas as possíveis ações que foram substituídas pela bola da vez, redução do IPI. Esse é o perigo estratégico, guardar velhas fórmulas e aplicá-las um cenário e contexto diferente de quando foram concebidos.

Lembrando que grandes empresas fazem planejamentos com um ano de antecedência, a redução de IPI do governo salvou o bônus de muita gente, o que é ruim, pois pode gerar acomodação e falta de promoção real no mercado. Boa oportunidade para quem conseguir ver esse cenário. Será que a direção da sua empresa enxerga isso?

Fonte: Folha, mktmais.blogspot.com


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