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Cotidiano

Mulher Rodízio é a nova moda

1916 acessos - 0 comentários

Publicado em 27/06/2008 pelo(a) Wiki Repórter Lorena Lee, São Paulo - SP



Selinho entre mulheres ganha cada vez mais adeptas - Foto: WEB

Lembrei de uma sensacional declaração da "sem-papas-na-língua", filha de ministro e dublê de cantora, Preta Gil, ao começar a redigir este texto. Numa referência à nova onda de adjetivos frutíferos dados às mulheres, Preta disparou: "Existe a Mulher Melancia, a Jaca e a Moranguinho. Eu sou a Mulher Rodízio: tenho carne para todo mundo". Fala sério, a moça pode não cantar um "dó", mas é uma comédia. E pode, inclusive, dar início a uma nova subcategoria de rótulos pseudo-elogiosos, como Mulher Toucinho, Mulher Filé Mignon, Mulher Maminha, Mulher Picanha e por aí vai.


A pérola de Preta Gil saiu num de seus shows, entre uma troca e outra de selinhos com a cantora Ana Carolina. Um recente artigo que li no G1, diz que a mulher da atualidade tem se "permitido mais" experimentando diversas possibilidades sexuais. Nele o psiquiatra Jairo Bouer, especialista em comportamento e sexualidade, disse que não se pode afirmar exatamente se o que acontece hoje é uma "liberação" mais escrachada ou se a mulher está, de fato, mais aberta a novas experiências. Resumindo, o fato é que mulher tem gostado cada vez mais do chamego de outra fêmea.


"Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos, pelo Centro Nacional de Estatísticas em Saúde (NCHS, na sigla em inglês), mostra que 15% das universitárias, entre 19 e 24 anos, já tiveram relação homossexual. O interessante, porém, é que a maioria delas não se declara homossexual ou bissexual", disse Bouer ao G1.


A psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, foi além. Declarou que além de homossexuais e heterossexuais, podem existir diversas opções sexuais intermediárias. "Essa situação de experimento é muito mais antiga do que se pensa. O que mudou foi a forma de a sociedade enxergar essa diversidade, com menos preconceito", diz. Na minha opinião, o preconceito continua existindo. O que acontece é que as pessoas, para não ir contra os chamados padrões sociais modernos, não são mais tão hostis diante da homossexualidade.


Os especialistas apontam vários motivos que levam as mulheres a um relacionamento homossexual, como a decepção com os homens, relacionamentos fracassados etc. Dizem também que, no caso das mulheres, a homossexualidade temporária é muito comum. Namoram com homens, com mulheres e, depois, com homens novamente. "Eu acho que a mulher está se permitindo experimentar e isso talvez aconteça por causa da decepção com o ideal de homem e de romantismo", ressaltou Preta Gil.


Ou seja, tudo é uma questão de momento. Eu mesma fui assediada insistentemente durante três anos por uma mulher que nunca admitiu publicamente sua predileção pelo mesmo sexo. Ela dizia para mim que as mulheres a faziam tremer e gemer de tesão, mas o relacionamento com um homem lhe garantia "segurança financeira". Tanto que acabou de casar com um antigo namorado. Na verdade, a dona em questão é heterossexual por pura conveniência. No caso, conveniência financeira.

Na matéria do G1, Bouer defende a idéia de que a tendência ao experimento não tem idade: "Tenho visto casos com mulheres de 14 a 50 anos. Entre as adolescentes é um pouco mais comum do que era há alguns anos, mas pode ser por conta de um menor preconceito, ou até por um certo modismo". "Isso reforça aquela história de que a sexualidade é contínua. Não existe apenas o ser heterossexual, homossexual ou bissexual. É possível não gostar igualmente da mesma coisa em todas as fases da vida. E vale lembrar que nem toda mulher está aberta a experimentar, e é exatamente essa liberdade de poder ou não querer algo que faz a diferença."


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Lorena Lee
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