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Cotidiano

Bandeiras

399 acessos - 0 comentários

Publicado em 06/01/2012 pelo(a) Wiki Repórter Dourovale, Carapicuíba - SP



“Abre alas pra minha bandeira
Já está chegando a hora
Apare os teus sonhos que a vida tem dono
E ela vem te cobrar” (Ivan Lins)

Lembro do Pacaembu lotado. Bandeiras, muitas bandeiras, que tremulavam quando o time entrava ou quando saia um gol. Bandeiras que demonstravam a opção de amor futebolístico. Hoje, em São Paulo, por causa da violência, não se pode usá-las. A rua Boa vista, em greve de bancários, bandeiras e mais bandeiras da opção política.
Todos nós temos nossas bandeiras. Não fisicamente, é claro! Nossas bandeiras são nossas opções de crenças, são as nossas verdades. São necessárias e o ideal seria que as hasteássemos alto para que todos as vissem e soubessem como pensamos.
Até aqui não falei novidades nem nada que desagradasse a ninguém. Calma! Não sou um chacrinha que vem mais para confundir do que para explicar.
Ter bandeiras não é um problema, talvez até seja uma virtude. O grande problema é não saber sair dela quando preciso.
Algumas pessoas saem sorrindo carregando-as desfraldadas e correm por praças e parques entoando hinos de paz amor e liberdade. Outras as transformam numa capa de super-herói e acreditam que ela os torna capazes de voar. Uma parte as emolduram e mostram-na como uma obra de arte e se vangloriam dela. Todos esses são exagerados! Tornaram o pensamento maior que o pensador. Uma boa parte desses nem costuraram a própria bandeira, compraram pronta de um camelô de auto-ajuda. É a lei do menor esforço até para pensar. (eu sou o resultado de tudo que já li, de todos os lugares que já vi, de todas as conversas que já tive, tudo isso triturado, misturado, analisado, engolido e golfado. Só que isso não me impediu de algumas vezes fazer uso desses pensamentos prontos. Sou humano!)
O problema não é a bandeira que se carrega, da forma como ela foi concebida ou conseguida. O problema também não é a pessoa acreditar que existe apenas aquela bandeira (cada um tem o limite intelectual que optou).
O grande problema, que vejo, é a pessoa ficar presa na sua bandeira.
Os Mártires do Idealismo Ilógico!
Eu falo daqueles que já não acreditam na bandeira que carregam, mas se sentem obrigados a seguir o discurso por eles já discursado. São pessoas que se rotulam em tal e tais posições e que não aceitam arredar o pé mesmo no meio da chuva, com o rio transbordando e a água já nos joelhos.
Essas pessoas, geralmente, cobrem-se com a bandeira fazendo dela uma espécie de caverna cavernuda cavernante! Não aceitam que já consideram certa outra possibilidade. São proibidas de mudar de idéia (quem as proíbe são elas próprias de maneira imprópria). Fecham-se para o mundo e acreditam que a realidade é uma ilusão utópica alienante.
A gente pensa que quem pede desculpas por um erro que cometeu é um fraco ou alguém de personalidade frágil e os opressores, contra quem é assim, são muitos, milhares. Mas a verdade é que o peso de errar é enorme e nem todos são capazes de admitir que errou. Principalmente se carregaram por décadas as bandeiras que se transformaram em cavernas ou algemas. É mais fácil culpar o outro.

“Não corra o risco de ficar alegre
Pra nunca chorar
A gente não era assim, não era assim” (mesma música do Ivan Lins – Abre Alas)

Tenha suas bandeiras, mas que elas sejam suas e não você delas!

Dourovale (Dorival Cardoso VALENTE)

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