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Cotidiano

Chacinas, homicídios e pena de morte: Genocídio étnico

437 acessos - 0 comentários

Publicado em 26/11/2011 pelo(a) Wiki Repórter Roberto Leal, Salvador - BA



Roberto Leal é a favor da Pena de Morte - Foto: Carlos Souza

Por: Roberto Leal

Faxina étnica e social. Assim poderíamos ver toda essa onda de violência que invadiu o país. Segundo a polícia, trata-se de acerto de contas entre facções criminosas... Agora se pergunta, não seria muita coincidência, que vários mercadores de drogas ilegais resolvessem prestar contas com seus desafetos, um dia após outro, em pontos diferentes, nos bairros periféricos das grandes cidades, em pleno início de século XXI, sem trégua aparente?
Nessas chacinas, nesses tantos homicídios, as vítimas na sua maioria, são jovens negros, pobres e sem antecedentes criminais; mortos por homens encapuzados, a bordo de carros, na sua maioria pretos, com vidro em películas acima do exigido, ou até mesmo por motoqueiros disfarçados de entregadores e já conhecidos como: motocidas, que circulam livremente pelas ruas e avenidas, sem que sejam abordados, que de forma sorrateira mapeiam as suas caçadas, como se um jogo fosse e seus algozes parte dele...
Pena de morte. Dizem um mal necessário, para casos como: latrocínio (matar para roubar), sequestro, estupro, ações terroristas com vítimas e politica de corrupção. É preciso rigorosidade para com os delinquentes presos em flagrante, independente de primariedade. N’um pais contaminado pela corrupção como é o caso do Brasil, as opiniões se dividem e se divergem, e pena de morte é sentença perigosa, tendo em vista a fabricação de provas e sentenças, em detrimento da condenação de inocentes. Não se nega ser uma alternativa, uma forma, uma tentativa, uma opção para conter o avanço da violência a da criminalidade; o próprio povo já opina e se manifesta a favor de um plebiscito, e todos nós sabemos que teremos que pagar um preço...
Modus operandi. Desde o ano passado, as grandes cidades convivem com o terror periférico, o crescente aumento da violência; as manchetes dos jornais e dos programas sensacionalista  de televisão, chamam a atenção para o grande número de chacinas e homicídios que vem ocorrendo. São país de famílias chorando e enterrando os seus mortos, sem saber para quem apelar, ou ao menos de onde vem essa culpa. É justiça sendo feita com as próprias mãos, com as próprias armas... Até quando o povo pobre, negro e da periferia, permanecerá nessa mira, caindo sem vida nas esquinas das cidades... Quem será responsabilizado por tamanha crueldade, por tão dolorosa iniciativa, fora da lei? Na verdade são crimes cometidos na certeza da impunidade, são julgamentos prematuramente sumariados a mercê da covardia...
Grupos de extermínio. Todos são unanimes em afirmar, tratarem-se supostamente de ações parecidas, idênticas manobras criminosas, mas, não se tem a devida resposta, levando em conta que a lei do silencio permanece, negando a verdade para que se justifique a sua presença entre nós. A conivência nos leva a certeza de uma limpeza étnica também, sem culpados, sem justificativas, sem rostos, o Estado é quem deve prestar as suas contas, a esse mesmo povo, que eleição após eleição escolhe os seus representantes, os legisladores, elegem o governo...
Código Penal Brasileiro. Um livro negro que legaliza ações duvidosas, programadas para fazer verdade sérias mentiras, são vagos artigos, falhos parágrafos, esquecidos ao longo de anos, mas que, constantemente são trabalhados de forma burlosa, diante da paralisia favorável que as jurisprudências trouxeram para o estacionamento do caos jurídico brasileiro, dentro desses mesmos textos, quase cinquentenários. A quem interessa isso? Porque não aprovar uma revisão que ajude a moralizar o judiciário, que traga de volta a satisfação popular, a confiança inocente e que mostre a essa gente que o Brasil realmente cresceu, com sua luta, com o sofrimento do seu povo e com as vitórias conquistadas, como também com as que se querem conquistar.

Fonte: Fundação Òmnira

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Roberto Leal
Salvador - BA



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