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Cultura

Solar da Marquesa de Santos em SP reabre para visitação

646 acessos - 0 comentários

Publicado em 25/11/2011 pelo(a) Wiki Repórter Jony Santellano, São José dos Campos - SP





Solar da Marquesa de Santos, próximo ao Pátio do Colégio em São Paulo, SP. - Foto: Joel Perez Nunes / Disponível no FLICKR

O solar da Marquesa de Santos localizado próximo ao Pátio do Colégio, marco central da cidade de São Paulo, foi reaberto para visitação pública no último dia 19 de novembro (sábado), depois de ter ficado três anos fechado para restauração. Localizado junto ao solar, também foi reaberta a Casa Número 1. Marcando a reinauguração o solar abriga a exposição “A Marquesa de Santos: Uma mulher, um tempo, um lugar”, e a casa a mostra “Guilherme Gaensly, o fotógrafo cosmopolita”.

O restaurado solar da Marquesa abriga agora a nova sede do Museu da Cidade, órgão da Secretaria Municipal da Cultura, que administra os museus-casa da cidade de São Paulo. Ao lado do solar, também restaurada, a Casa Número 1 reabre como sede da Casa da Imagem, um órgão da Secretaria da Cultura que cuidará do acervo iconográfico paulistano, com cerca de 600 mil fotografias digitalizadas, agora acessíveis a consulta pública no local, e em breve pela Internet.

A Marquesa dos Santos foi proprietária do solar de 1834 a 1867 época em que era conhecido como Palacete do Carmo, por estar situado na rua do mesmo nome, hoje chama de Roberto Simonsen. No tempo que ali permaneceu, a marquesa promovia festas, saraus literários e solenidades que se tornaram célebres e fizeram do palacete um dos centros da sociedade paulistana da época. Depois de sua morte, o solar recebeu destinações diversas tendo sofrido alterações que mudaram as suas características originais. A restauração do prédio não conseguiu devolver as suas feições iniciais e optou por preservar elementos importantes das modificações mais antigas.

Domitília de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, foi a mais célebre das amantes do imperador D. Pedro I. Era dotada de notável inteligência, poder de sedução e senso de oportunidade para negócios. Durante a sua passagem pela corte do Rio de Janeiro, onde foi dama de companhia da imperatriz além de primeira concubina, influenciou decisões políticas do império. Nesse período a sua história, por assim dizer, confunde-se com a história do Primeiro Reinado. Domitila deixou o Rio, depois de uma “longa negociação”, as vésperas do segundo casamento imperial de D. Pedro I com a princesa Dona Amélia Augusta. O palacete onde a Marquesa de Santos residia no Rio de Janeiro, um presente de D. Pedro I e localizado próximo da Quinta da Boa Vista, é hoje o Museu do Primeiro Reinado.

O restauro do solar paulistano, uma joia arquitetônica do século XVIII, custou cerca de R$ 2,7 milhões, e da Casa Número 1 cerca de R$ 4 milhões. As obras foram custeadas pela Prefeitura Municipal de São Paulo com financiamento obtido no BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). A entrega do solar para visitação pública foi adiada muitas vezes devido a descobertas arqueológicas ocorridas no local e a mudanças na abordagem adotada para a restauração.


Os horários para visitação do solar e da casa estão disponíveis no portal: http://www.museudacidade.sp.gov.br/



FONTES:

Jornal “Agora”, 22/nov./2011. (“A vida paulista da Marquesa de Santos”, p. C2).

Jornal “Diário de São Paulo”, 20/nov./2011. (“Solar da Marquesa de Santos é reaberto para visitação”, p. 22).

Jornal “Folha de São Paulo”, 08/nov./2011. (“Solar da Marquesa de Santos será aberto para visitação pública”, reportagem de Vanessa Correa, p. C5).

Marquesa de Santos, disponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Domitila_de_Castro_Canto_e_Melo

Dona Amélia Augusta, disponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9lia_de_Leuchtenberg

Solar da Marquesa de Santos, disponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Solar_da_Marquesa_de_Santos

Solar da Marquesa de Santos, disponível em:
http://www.museudacidade.sp.gov.br/solardamarquesadesantos.php




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Jony Santellano
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