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Cotidiano

"Os exageros moralistas das redes sociais"

557 acessos - 0 comentários

Publicado em 24/11/2011 pelo(a) Wiki Repórter KMarcondes, Pindamonhangaba - SP



 Imagens de todos os fetiches, fantasias e tipos de imaginação, desde a mais bossal, passando por aquelas que fizeram parte de nossa infância e juventude, certa nostalgia. Tem aquelas que passam para sê-la enfatizada por um público mais adulto e para outros tantas, mais caretas. Eu rio, conhecidos meus exaltam-se em gargalhadas e milhares de usuários também dão voracidade aos risos. Não há problema, posta o que quer, compartilha que pode, deseja, necessita. Um pouco para chamar a atenção, mas também existem aqueles que fazem de bom modo, apenas querem divertir os internautas. Tudo bem e o povo vai empurrando com a barriga. Coisas postadas no Nordeste, curtidas, comentadas no Sudeste. Viva a globalização, o acesso a internet a todas as classes.

Se não ofende, não tem problema. Se não causa dano moral ou matéria ou dano material e moral, vamos compartilhar. Mas até onde o que é legal, não está se tornando de fato constrangedor para alguém? Quem está fiscalizando isso? Todo mundo posta, comenta, curte. Mas nem todos são obrigados a deparar-se com certas coisas, mas na rede, a gente se torna querendo ou não, telespectador das coisas pertinentes e nem tão pertinentes a assim. A gente tem que ver e não curtir, não comentar. Apenas esperar que a coisa suma de nosso mural e esperar para que outra coisa, outra ofensa, outra sátira ofensiva apareça e torcer para que passe logo. Volto a perguntar: cadê a fiscalização? Promulgar leis é fácil. Tornar viáveis projetos de leis para ficarem ao léu, se bem me lembro, sai do bolso dos opróbrios dessa federação.

O caso se torna enfadonho, ainda mais quando ganha denotação religiosa. E nesse caso, vem das bandas congregacionários de uma cantora, que nunca ouvi, não faço questão e não venho propagandear nada a seu favor. Seu nome, Andrea Fontes Não venho fazer mexericos, menos ainda arrumar problemas com a justiça. O que venho fazer é usar como exemplo, uma, das outros milhares de pessoas de cunho religioso que em nome de seu Deus, torna publica a repugnância a uma classe que em tempos atrás foi beneficiada por outro projeto de lei que defende a união estável e condena a título de crime, qualquer forma de homofobia. Acontece que numa manhã de quinta-feira, num dia 24 de novembro de 2011, muitos, ou poucos, não importa a quantidade de pessoas que viram, eu vi, meus amigos viram e outras tantas pessoas desconhecidas também viram em seu mural, uma foto onde havia dois casais, um de gays e outro de lésbica, dando um beijo. Tudo bem é o que mais tem rolado nas redes nos últimos tempos. Aqui, não está sendo levantado bandeira de nada. A situação é outra, bem diferente. Se um casal chega a um bar e é informado que não poderão ficar no local ou um casal está andando de mãos dadas na rua e alguém usa de apelidos pejorativos, denegrindo assim a situação afetiva de ambos, até rola um processo. Não sei o tempo. Mas se uma Igreja diz lá que Deus não aceita, que condena, que renega, não há problema. Se existe uma coisa que de fato é a coisa mais bonita do nosso país, é a liberdade de expressão, porém, usar uma imagem, onde existem casais do mesmo sexo trocando carícias e ainda expõe com uma mensagem dizendo que Deus não aceita, que isso e que aquilo. Espera aí. Saí do redemoinho da liberdade de expressão e torna de uma maneira, quase que oculta, ato ofensivo, homofóbico que merece uma atenção, de quem? Daqueles que promulgam leis do tipo que cercam a internet. Não é intriga, muito menos alguém querendo que a moça seja chicoteada por um Deus, mas gays, lésbicas, bissexuais e todas as outras ramificações, não são obrigados a deparar-se com imagens e mensagens do tipo. Se Deus não aceita, deixa com ele a punição e enquanto homens dessa terra, o que resta é ser observado esses pregadores que em nome de Deus, cometem crimes e ninguém puni!

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KMarcondes
Pindamonhangaba - SP



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