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Política

A internação de Heloisa Helena e a barbárie da saúde pública

400 acessos - 0 comentários

Publicado em 02/09/2011 pelo(a) Wiki Repórter anônimo, Brasil - BR



Na Cidade do Rio de Janeiro, os melhores hospitais particulares oferecem aos contratantes de planos de saúde uma emergência hospitalar com demora de 2 a 4 horas para o atendimento inicial; profissionais qualificados para um atendimento mercantilizado e marcação de consulta, dependendo da especialidade médica, demandando até 4 meses de espera.
O município do Rio de Janeiro tem 2.087 estabelecimentos de saúde e apenas 189 são públicos (IBGE/2009) para atender mais de 6 milhões de habitantes.
O perfil do usuário de plano de saúde, em sua maioria, é de renda familiar acima de 5 salários mínimos.
Os serviços públicos de saúde ultrapassam o desrespeito a dignidade humana, faltando medicamentos de todos os tipos, médicos de todas as especialidades, macas, roupas de cama, material de higiene, aparelhagem médica, sem falar do número reduzido de leitos e nas condições dos espaços físicos, e as UPAS são verdadeiras fraudes eleitorais.
Qual trabalhador da cidade do Rio de Janeiro com renda superior a 5 salários mínimos tem por opção utilizar o serviço público de saúde? Eu não conheço nenhum, NÃO POR OPÇÃO!
Mas eu conheço HELOISA HELENA, vereadora de Maceió pelo PSOL, ex-Senadora, candidata a Presidente da República em 2006 com quase 7 milhões de votos válidos, que utiliza os serviços de saúde pública em Maceió.
Heloisa Helena passou mal e foi internada, na terça-feira, dia 30, no Hospital Geral do Estado, em Maceió, o mesmo hospital já tantas vezes denunciado por ela por total desrespeito a dignidade humana, faltando desde lençol até medicamentos mais básicos, como antitérmico.
E, recentemente, Heloisa escreveu “A barbárie na saúde pública”:
“...porque para muitos agentes públicos, na política especialmente, o caos na Saúde Pública constitui o melhor dos mundos para eles… por um lado garante a preservação dos seus Reinados de Podres Poderes através das indignas condições dos pobres rastejando nos comitês eleitorais mendigando por consultas, remédios, exames… e por outro lado preservam os intocáveis amigos de certos políticos, verdadeiros Comerciantes de Saúde que a cada dia, pela ausência de Gestão Pública, são impulsionados a construir Castelos de Riquezas na Mercantilização da Saúde em novas e ao mesmo tempo arcaicas modalidades de Privatização do Setor. Temos que dizer BASTA! BASTA!”
Heloisa Helena não tem plano de saúde, e é por ideologia!
Heloísa se recupera bem e segue na luta por uma saúde pública digna para todos os brasileiros.

Valeria Tatsch


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