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Economia

Satélite brasileiro continua no chão

2505 acessos - 2 comentários

Publicado em 04/01/2010 pelo(a) Wiki Repórter Didymo Borges, Recife - PE



O êxito da ACS dependerá da predominância no mercado de lançamentos de menores satélites de comunicações, devido às limitações do VLS Cyclone-4. A francesa Arianne está em dificuldades de usar o grande Arianne-5 com capacidade de lançamento de até 7 mil kg. - Foto: ACS
O Brasil está com seu programa de lançamento de satélites atrasado por conta do atraso na definição construtiva do seu veículo lançador de satélite ( VLS ).


Uma empresa binacional brasileiro-ucraniana, a Alcântara Cyclone Space (ACS), foi criada para competir no mercado internacional de lançamento de satélites. Mas há restrições de especialistas quanto à capacidade da ACS ser competitiva já que seu foguete só tem capacidade de colocar em órbita estacionária  um satélite de 1.600 kg, enquanto seria necessário um míssil com capacidade de três mil kg. Os satélites de comunicações mais elaborados de hoje em dia pesam em torno de três toneladas, quase o dobro da capacidade de lançamento do foguete Cyclone-4 de tecnologia ucraniana.


Há, também, notícias de desentendimentos entre a ACS e a Agência Espacial Brasileira (AEB ) que podem criar mais embaraços para o sucesso desta binacional brasileiro-ucraniana, além de os empresários ucranianos terem dificuldade de capitalização para viabilizar o empreendimento.


Como definitivo já se sabe que o VLS brasileiro não poderá ser lançado até o final do governo de Lula da Silva. O projeto sofreu atraso principalmente devido à baixa alocação de recursos de R$ 35 milhões anuais.

Uma outra alegada dificuldade para o empreendimento brasileiro-ucraniano é a falta de forte apoio dos militares, que parecem optar por privilegiar o projeto do VLS brasileiro por considerá-lo estratégico, havendo quem qualifique o projeto da binacional ACS como "oportunista". Mas seria necessário saber, para acessar as razões em divergência, se o projeto da binacional poderia conviver com o projeto do veículo lançador de satélite de projeto e construção genuinamente brasileiras.


Outro ponto crucial e definitivo é o de que o governo petista não auferirá lucro eleitoral com o VLS em elaboração, pois para isto seria necessário um lançamento exitoso antes das eleições presidenciais em outubro próximo.


Didymo Borges


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Folha On Line-02/01/2010


Empresa binacional aposta em lançamento barateiro de satélite



Com posição privilegiada para sua plataforma

de lançamentos, a binacional ACS (Alcântara Cyclone Space), criada pelos governos de Brasil e Ucrânia, espera ganhar espaço no mercado de lançamento de satélites ao baratear o custo das missões.

Alcântara está só 2,2 ao sul do equador, e a empresa prevê que isso permitirá gastar 30% menos combustível que a média de seus concorrentes para colocar um satélite em órbita (a rotação terrestre na região dá um "empurrãozinho" no foguete).


Como o Cyclone-4 não é dos foguetes mais poderosos, porém, críticos afirmam que dificilmente ele será um grande atrativo. Segundo José Nivaldo Hinckel, do Inpe, a maior parte dos satélites de comunicação privados têm hoje pesos acima de 3.000 kg e ficam em órbita geoestacionária --ficam "parados" sobre um ponto específico da Terra, a altitudes da ordem de 20 mil km. O Cyclone-4, porém, só consegue levar 1.600 kg a essa faixa.

Segundo o pesquisador do Inpe, a maioria dos satélites de órbita baixa pertence a programas estatais, que não seguem critérios de mercado para escolher seus lançadores. Governos da Europa, Rússia, China e EUA nunca deixam de usar seus próprios foguetes apenas por questão de custo. E países como a Argentina, que não tem ainda lançador próprio, possuem convênio com os EUA.


A ACS, porém, afirma que a criação da empresa binacional está respaldada num estudo detalhado sobre o mercado de satélites, documento que só não foi amplamente divulgado por motivos de estratégia comercial.

Carlos Ganem, presidente da AEB, diz que satélites de pequeno porte são a "nova onda mundial". Segundo ele, a empresa francesa Ariane, que deve ser a principal concorrente da ACS, tem hoje dificuldade para usar seu foguete de grande porte, projetado para levar até 7.000 kg.

"A Ariane tem problemas hoje para juntar cargas úteis que façam a carga do Ariane-5 ser economicamente racional", disse. (RG)


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Publicado pelo(a) Wiki Repórter
Didymo Borges
Recife - PE



Comentários
01
Reporte abuso
Marcelo Barros Rodrigues
Caçapava 26/01/2010

Seguindo o raciocínio do repórter, um computador hoje deveria ter o tamanho de um Maracanã? É claro que o tamanho e peso do satélite não são determinantes para ser um satélite melhor ou pior.


 
02
Reporte abuso
Peter Limer
Limeira 05/01/2010

Oi, Dídimo!!! Saudações cordiais. Não sei qual a intenção desta matéria, seria desacreditar o projeto? Tá parecendo mais políticos do DEMocrápulas que outra coisa. Este projeto está parado por causa do peso dos satélites novos. Foi projetado para 500 quilos e os satélites novos pesam 1.600 quilos.


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